domingo, 25 de setembro de 2011

O MEU CANTO,COLIBRI!



Fui buscar além dos montes
O teu canto, Colibri
Pra saber qual é a fonte
Da beleza e frenesi

Descobri pra meu espanto
O que eu sempre procurei
Não estava n’outro canto
Estava em mim, Colibri!Achei

sábado, 17 de setembro de 2011

LITÍGIO



Anoitece em meu corpo os desejos
Cegueira da alma no ato de amar
Não saciam, são escusos teus beijos
Frialdade da índole não se deve aceitar

No peito cravaste a insígnia
Sórdida ferida túrgida na dor
Arrimei em tuas mãos minha vida
Em troca, a lagrima, o ódio e o rancor

Mas agora acabou teu prestigio
Ofereço-te o amaro desprezo
Traidora! neste mundo, te rejeito

domingo, 11 de setembro de 2011

ENGASGO



Liberta-me amor languinhento
Desata-me de sua entranha
Azoa-me o seu sentimento
Sufoca-me esta falsa ronha

Lorota... Balela... Patranha

Desanca-me o seu orgulho
Iludi-me sua lascivez
Atropela-me com seu engulho
Abraça-me... È a ultima vez.

À PERFEIÇÃO



Quando eu voltar à minha casa
Despido da couraça mortal
Vou refletir sobre a vida passada
Se conquistei a beleza moral

Abraçar a verdadeira família
Matar a saudade da longa viagem
E depois preparar outra vida
Reencarnar necessita coragem

E sei não caminho sozinho
Mentores divinos iluminam a chegada
Eis que nasço... Novos desígnios
Recomeça a jornada

domingo, 4 de setembro de 2011

SEARA PERDIDA



Nas múltiplas existências da Alma
Expiando minhas faltas e culpas
Encontrei em momentos de angustia
Uma luz cintilante por guia

Perdido no fel da loucura
Prostrado diante da dor
Descobri no egresso da vida
Que o bálsamo era o etéreo amor

Encarnado, me atrevi na duvida
Alheado nos prazeres... Dissoluto!
Nesta senda... Um novo tributo!

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