quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Minha arte...Meu ofício !


Nas entrelinhas escondido
Em cada vírgula, traço e ponto
Os rabiscos em desalinho
No papel têm justo encontro

Da cachimónia fervilhante
As imagens se projetam
Sentimentos rutilantes
Das palavras se apoderam

Porejam amor, ternura e desejo
Às vezes angustia, loucura e dor
Dissipam nas linhas alguns segredos
Que coram o mais acerado autor

Aos olhos se formam os belos poemas
Mágicas histórias... Tragédias gregas
E antes que o verso chegue ao fim
Dele se envaidece... É o seu galarim.

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